Diário de Cidicléia


12/07/2006


Nesta segunda-feira, dia 10 de julho de 2006, apresentamos nossas contribuições para a III Semana de Softwere Livre na FACED que se realizará entre os dias 05 a 10 de novembro do corrente ano. Foi muito interessante pois, a medida que as exposições aconteciam nós emitiamos opiniões, contribuindo para melhora do material.

Em particular ao vídeo de abertura, produzido por mim e os outros componentes da equipe de TV e vídeo, a recepção foi muito boa, com ressalvas de Daine Galvão quanto a imagem dos tabuleiros e da professora quanto a alguns ajustes gerais. No mais, Bonilla gostou e demostrou issso com sorriso. Foi uma satisfação muito grande para equipe!

Em relação a equipe de palestras, apresentamos a indicação de uma palestrante da Secretaria de Tecnologia e Inovação do Estado- Denize Bezerra, que como já falei em outro momento desenvolve o Programa de Identidade Digital no Estado. Também foi aproveitada.

Logo após, fomos para sala e iniciamos a avaliação em relação ao nosso desempenho, da turma e da professora durante a disciplina. Foi legal, sem hipocrisias, todos pareciam bastante sinceros em seus depoimentos, a professora ouviu "o que queria e o que não queria". Mas a danada é competente e sabe se sair de tudo direitinho, acho que ela já esperava o que estava por vir. Foi comum a opinião acerca do seu alto grau de exigência. O que se configurou como necessário e justificável.

Estou  acreditem, vai fazer falta. Se bem que não é para nos desvincularmos da disciplina, estaremos sempre que possível participando.

Até a próxima!!!!!!!

Escrito por Cidicléia às 11h19
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10/07/2006


ARTIGO

RELAÇÃO DA TELEVISÃO COM A EDUCAÇÃO ESCOLAR

 

 

Cidicléia Gomes da Silva Santos

 

Resumo

A televisão hoje, como já há algum tempo, vem sendo motivo de polêmica dentro do panorama educacional: sua relação com a educação escolar, a forma como seus educadores concebem esta relação.Várias são as opiniões acerca dos benefícios ou possíveis malefícios que a mesma proporciona. E é partindo desse contexto que tentarei no decorrer deste artigo despertar nós educadores, sobre a relação da televisão com a educação escolar. Para tanto, buscarei refletir sobre a importância do papel do educador como principal mediador na construção de uma educação critica acerca da mesma.

 

Palavras-chave: televisão - escola – relação - educador

 

Muito se tem discutido sobre a relação da televisão com a educação. A forma como a mesma interfere na vida de educadores e educandos, seu modo de pensar, falar, vestir, acabam se estabelecendo como padrões a serem seguidos e imitados por todos. Ela se constitui em um meio de comunicação de massa, à medida que atinge milhares de pessoas ao mesmo tempo. Sendo assim, não pode deixar de ser considerada dentro do processo educacional, devido ao grande acesso que os alunos fazem dela.

               Segundo o IBGE, cerca de 89% dos lares brasileiros possuem televisão. Seus telespectadores passam horas sob seu domínio, apreciam sua produção, sua ligação com o cotidiano ao abordar certos temas, a partir dela formam opiniões sobre os mais variados assuntos. Para alguns críticos, como Kenski, essa natureza acaba por transformar o comportamento das pessoas:

Por meio do que é transmitido pela televisão, as pessoas adquirem informação e transformam seus comportamentos. Tornam-se “teledependentes”, consumidores ativos, permanentes e acríticos de tudo o que é oferecido pelo universo televisivo. (KENSKI).

 

               É comum, nos encontros para o “bate-papo” o principal tema das conversas estarem relacionados, por exemplo, a última cena de uma novela. Ali cada um poderá se posicionar, baseados na trama abordada, revendo preconceitos, adquirindo outros, etc. Diante dos fatores elencados acima o questionamento deverá está em torno de como a televisão faz, que atributos utiliza para ser tão eficaz? Moran justifica assim: “A eficácia da televisão se deve à capacidade de articulação, de superposição e de combinação de linguagens diferentes – imagens, falas, música, escrita...”. (MORAN, 2002). E acrescenta: (...) por que a televisão não diz que educa o faz de forma mais competente. (MORAN, 2002).

Escrito por Cidicléia às 01h52
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                E a escola, a quem é facultada essa função, o que faz para proporcionar uma educação prazerosa e eficaz? Como trata o uso da televisão, nega seu papel? Ou a utiliza apenas como mais um recurso pedagógico? O que vem fazendo para “prender” a atenção de seus educandos, qual a postura de seus educadores frente a esse cenário, de "luta pela audiência"? Está acompanhando as transformações sociais?

                Na escola, o que temos normalmente, está resumido a professores, aulas, recreio, sermões, avaliações, regras, disciplina, componentes que fazem do dia-a-dia dos educandos uma rotina pouco atraente. Os alunos entram e saem das escolas muitas vezes sem encontrar sentido real no que fazem e nem relação com o seu cotidiano. Segundo Moran, a escola não se transforma:

Nós educadores fazemos pequenas adaptações, damos um verniz de modernidade nas nossas aulas, mas fundamentalmente continuamos prendendo os alunos pela força e os mantemos confinados em espaços barulhentos, sufocantes, apertados e fazendo atividades pouco atraentes. (MORAN, 2002).

 

             É preciso fazer da escola um ambiente atrativo e dinâmico para que os educandos possam nela encontrar significado para sua vida, possam perceber que a escola é (ou deveria ser) o lócus de desenvolvimento de competências, habilidades, reflexões criticas acerca do que lhe é apresentado, etc.

 Diante disso, ao analisar a relação televisão e escola, percebe-se que esse mesmo educando que é telespectador assíduo dos programas televisivos, também freqüenta a sala de aula. Portanto, como traz o texto inicialmente, não considerar a influência que a televisão tem dentro da sala de aula, seria no mínimo, um equívoco.

Para tanto se faz necessário que os educadores compreendam que a sociedade se transforma. Hoje, temos a tão discutida sociedade da informação ou do conhecimento. Ao partir da premissa de que “a educação é reflexo do que é a sociedade”, não se admite uma escola fechada. Se o que está em jogo são as novas formas de aprendizagem, cabe aos educadores procurar se integrar dentro desse processo. Trazer a realidade do aluno para dentro da sala de aula. “A televisão parte do concreto, do visível, do imediato, do próximo, que toca todos os sentidos”, nos diz Moran. (Moran, 2002)

Escrito por Cidicléia às 01h51
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A democratização do saber se dá justamente pelo acesso a todas as formas que pretende realiza-la, e o papel do educador não é outro, senão mediar esse processo de construção do conhecimento, valorizando as diversas formas que o mesmo venha se dá. O que não deve ser desconsiderado é o desenvolvimento de uma criticidade para que os educandos possam, eles mesmos, fazerem a seleção dos conteúdos.

É sabido que os educadores possuem um grande défict já na sua formação, principalmente em se tratando do trabalho com as novas TIC’s. Contudo, esse fator não pode ser um empecilho para que eles busquem esse envolvimento. Em relação a televisão muitas vezes os professores que também são influenciados por ela agem como se também dela não fossem consumidores, segundo Gutiérrez na sala de aula eles são "apenas" professores:

Os professores também vivem a TV, mas não a aceitam numa situação formal de ensino. Quando entram na escola, voltam às costas para ela (TV). São apenas o professor de Português, de Química, e não o cidadão que consome a TV. Fazem da escola um espaço fechado, improdutivo. (Gutiérrez, 1997).

Considerando que a partir do exposto a televisão se constitui numa poderosa influência na educação escolar cabe aos educadores admiti-la enquanto tal e desenvolver a criticidade de seus alunos. Para Gutiérrez, “É preciso educar para saber reconhecer as certezas e ‘propostas mágicas’ apresentadas na TV e desmistifica-las, assim temos que saber resignificá-las”. E Rizzo enfatiza: “A formação de telespectadores conscientes, capazes de ‘ler’ a televisão sob o prisma da ética e da cidadania, torna-se em função disso uma prioridade de que a escola não pode abrir mão”. (Nova Escola, dez. 1998).

Escrito por Cidicléia às 01h50
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Portanto é necessário que a escola, através de seus educadores encarem com coragem esse desafio de fazer da televisão não apenas um instrumento pedagógico, mas que a mesma seja um fundamento para uma educação mais voltada para realidade dos alunos, que seja uma aprendizagem significativa baseada justamente no contexto social pelo qual está inserido este educando. Dessa forma, ter na televisão um dos fundamentos dentro do processo educativo é para Gutiérrez:

(...) promover processos de relações possíveis, abertas, flexíveis, dinâmicas, repletas de sentido; relações que interroguem, questionem e motivem; relações provocadoras, criativas, futuristas, plenas de esperança e coragem.(Gutiérrez, 1997).

            Vamos lá educadores!

 

 

Referências

 

GUTIERRÉZ, Francisco. Relações que a TV e a escola propiciam aos educandos. São Paulo. 1997. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-25551997000100017&script=sci_arttext>. Acesso em: 13 jun 2006.

(Entrevista concedida a Tânia Maria Esperon Porto, em outubro de 1995)

 

KENSKI, Vani. Tecnologias audiovisuais: TV e Vídeo na escola. Disponível em

http://www.tvebrasil.com.br/salto/livro/3sf.pdf   Acesso em: 02 jul. 2006.

 

MORAN, José Manuel. Desafios da televisão e do vídeo à escola. São Paulo. 1999. Disponível: <http://www.eca.usp.br/prof/moran/introd >.  Acesso em 26 jun. 2006.

 

RIZZO, Sérgio. A programação na sua mira. Revista Nova Escola. São Paulo, 1998. Disponível em: http://novaescola.abril.com.br/ed/118_dez98/html/repcapa.htm

Acesso em 26 jun 2006.

 www.ibge.gov.br  Acesso em 08 jun 2006.

 

 

Escrito por Cidicléia às 01h48
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07/07/2006


Conseguimos!

Conseguimos enfim, colocar a indicação de palestrante no Twiki, era a nossa tarefa como membros da equipe de Palestras. O resultado dos recursos que vai possibilitar a participação de outras pessoas, ficou de sair hoje, estamos aguardando. Segunda-feira próxima, vamos manter contato com a professora Simone Lucena para saber.

 Nossa equipe: Cidicléia, Luciana e Michelle.

Escrito por Cidicléia às 18h14
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06/07/2006


Nossa! Que dificuldade!

Há dias, estamos tentando manter contato com a professora Simone Lucena. Ela vai mediar a escolha dos palestrantes, junto com Luciana, Milchelle e eu.Como até o momento o financiamento não saiu, pois depende também deste a viabilização da presença dos palestrantes, estamos sem muitas opções. Foi o que nos esclareceu Lucena, reforçado por Bonilla.

Como é sábido, o governo do Estado, através da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação realiza o PID - Programa Identidade Digital com o propósito de incluir digitalmente a população de baixa renda, criando para isso os Infocentros.Nestes infocentros é utilizado o Softwere Livre - SL.

Diante disso pensamos que poderia ser útil a participação deles com o intuito de mostrar como é trabalhar com esse programa(dificuldades, como seus usuários vêem o SL, além da gratuidade que outras formas vantajosas constatm...). Só não sabemos ainda onde vamos colocar a referência no TWIKI. Estamos tentando falar com Bonilla, pois procuramos e não encontramos nada até o momento.

Eis os dados:
Sra. Denise Bezerra
Coordenadora Executiva do PID - Programa Identidade Digital
Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia.
Telefone para contato: 3117 3740/3732
Endereço eletrônico: dmorais@secti.ba.gov.br

Escrito por Cidicléia às 10h32
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Minha canção preferida

           

Tocando em Frente

Ando devagar porque já tive pressa
e levo esse sorriso porque já chorei demais.
Hoje me sinto mais forte,
mais feliz, quem sabe.
Eu só levo a certeza de que muito pouco
eu sei e nada sei.

Conhecer as manhas e as manhãs,
o sabor das massas e das maçãs.
É preciso amor pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir,
é preciso a chuva para florir

Penso que seguir a vida seja simplesmente
compreender a marcha e ir tocando em frente.
Como um velho boiadeiro levando a boiada
eu vou tocando os dias
pela longa estrada eu vou,
estrada eu sou.

Todo mundo ama um dia todo mundo chora
um dia a gente chega no outro vai embora.
Cada um de nós compõe a sua história
e cada ser em si carrega o dom
de ser capaz e ser feliz.

Ando devagar porque já tive pressa
e levo esse sorriso porque já chorei demais.
Cada um de nós compõe a sua história
e cada ser em si carrega o dom
de ser capaz e ser feliz.

                                                                                                        Renato Teixeira e Almir Sater    

Escrito por Cidicléia às 00h47
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Aula sobre políticas públicas

Nessa aula analisamos as políticas públicas para educação e tecnologia. Tivemos inicialmente a oportunidade de pesquisar no moodle sobre as mesmas, logo após começamos a discursão. Em que consiste os progrmas, quem os efetiva, que público atende dentre outros assuntos, foram abordados sobre as seguintes políticas: Proinfo, TV escola, FUST, etc.

No geral, percebemos que como a maioria dos programas do governo, as principais dificuldades são de ordem da manutenção dos mesmos. Tudo começa com belíssimas iniciativas, mas aos poucos vai se perdendo as intenções originais. Por exemplo a TV escola, encontra problemas de manutenção do KIt, de revisão de conteúdos, de desvio na instalação, de falta de recursos, etc.

Queremos que as políticas existentes desenvolvam sustentabilidade. Que inicie e se desenvolva sempre para que possa atingir um público maior de beneficiários em relação aos programas.

Escrito por Cidicléia às 00h10
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05/07/2006


Que meninas estudiosas!!!

Vejam como se resume o final de semana de alunas tão estudiosas! Espero que tenhamos a recompensa, aliás já tivemos. O conhecimento é nosso, quem cresce somos nós, os resultados são muito positivos, apesar do cansaço.

 

Escrito por Cidicléia às 23h35
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02/07/2006


Vendidos mais uma vez? Que seleção é essa?

O Brasil se vendeu à França? O interessante é que a mesma só jogou contra o Brasil. Ou melhor só nós deixamos que ela jogasse.

A "mágica" do quadrado não funcionou. Mas, as "estrelas" dos patrocinadores precisam brilhar! Parece que a coisa é armada. O time estava apático, pouquíssimos chutes a gol, para quem tem o artilheiro de todas as copas? Inadimíssivel. Com o salário que os jogadores dessa seleção ganham, era obrigação deles trazer o hexa.

Infelizmente, todos vimos que a solução estava nos reservas, menos o técnico. Cabia a Parreira fazer as alterações necessárias desde o momento em que a coisa foi ficando feia. Na minha opinião o grande culpado do jogo, pois era o único que tinha a possibilidade de evitar o fim, e não o fez. E fim no seu sentido mais vexatório que podemos entender. Com as substituições o jogo tomou outro rumo, só que já era tarde.

Deixamos Zidane brilhar. Até "banho de cuia" no fenômeno? É, temos quatro anos para amargar essa triste derrota.

Agora é suportar a Globo exibir as desculpas dos jogadores da "Seleção BAGACEIRA"!

 

Escrito por Cidicléia às 07h26
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01/07/2006


Olhe que gata! Miss simpatia! Ah,Ah,Ah...

 Nossa! Que trabalho! Espero adquirir mais prática para configurar blogs. Aos pouquinhos chego lá!

Cheguei mais uma vez a conclusão que é também "errando é que se aprende". Tinha o objetivo de colocar uma foto no blog, nunca imaginei que era tão fácil, não fosse horas tentando. Tenho que admitir meu receio com relação a fotos na internet. Mas, quem sabe uma revista famosa resolve me contratar! Ah, ah, ah...

 

 

Escrito por Cidicléia às 12h16
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27/06/2006


E agora, efetivar o artigo. Agora é no teclado! Mãos a obra!!!!

Bem, material é o que não falta! Preciso problematizar e teclar. Após os seminários agora é hora de entregar o artigo. Cada um vai escrever sobre o tema trabalhado em seus seminários, problematizando algo e discutindo com base nos autores que tratam do tema.

O tema por mim escolhido foi "A televisão e sua influência na educação escolar". Utilizarei as referências coletadas durante o seminário e mais outras que consegui em pesquisas mais recentes. Minha dificuldade, acho que da maioria é colocar o conteúdo de forma articulada no papel ou melhor, no blog.

Fantástica foi a mediação que Bonilla realizou conosco. Tivemos a oportunidade de antes da entrega, mostrar o rascunho para apreciação dela.

No meu artigo, inicialmente a professora fez algumas correções, sugeriu criação de novos parágrafos, etc. Espero ter um bom desmpenho.

Escrito por Cidicléia às 03h54
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Avaliação do Seminário sobre Rádio e Educação

O rádio na Educação, quem imaginava a interatividade que pode proporcionar! 

Inicialmente a equipe trouxe  para o conhecimento de todos que as concessões eram dadas aos políticos mais importantes da época. Ou seja, inicialmente, como até hoje estão a serviço da ideologia dominante, de quem tem "poder". Na contra partida dessa intenção, temos as rádios comunitárias que tentam se estabelecer como diferente dentro dessa lógica de dominação. Inclusive dotada de decreto-lei que rege suas concessões.

Na educação, a meta é a interatividade. É fazer com que nossos educandos possam interagir com mais esse meio. Descubram as potencialidades que o mesmo pode proporcionar, como a comunicação pode ser melhorada com mais esse fundamento. E cabe a escola, através de nós educadores contribuir com isso. Como? Criando espaços e estimulando atividades de interação com o rádio, pode ser feito com um microfone e uma caixa de som.

Analisamos também a rádio FACED, espaço aberto a nós educadores, só que infelizmente ainda pouco explorada.

Escrito por Cidicléia às 03h51
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Seminário de TV, Vídeo e Educação

Durante a construção do seminário coletamos muita informação, ficou difícil estabelecer uma estrutura legal, por isso nos reuniamos fora dos dias de aula também, sem nenhum problema para os membros, devido a necessidade de apresentar um trabalho dinâmico e interativo. Todos sempre contribuiam muito, eramos responsáveis. Infelizmente, em uma das nossas reuniões, Katrina nos informou que não iria aparesentar com a gente, pois retornaria ao seu país. Ficamos tristes, mais entendemos. Não deve ser fácil viver num pais sem dominar bem o idioma, não é?

Para apresentação nosso principal objetivo era desmistificar o preconceito existente em relação a televisão. Muitos a vêem ainda como apenas prejudicial e quando isso parte de educadores, a coisa é inadimíssivel. Trouxemos aspectos na apresentação peculiares da mídia televisiva: cores, pouca escrita, uma exploração das imagens, bem chamativas e interessantes, reflexões em charges, etc. Demos uma de atores, foi bem divertido.

Analisamos:

  • o poder da telinha
  • a relação com a educação
  • uso do vídeo na sala de aula
  • TV digital (chegando a conclusão de o quanto precisamos discuti-la).
  • Concepções de TV's educativas
  • papel do professor.
  • etc.

Espero que tenhamos atingido o objetivo.

Analisando o uso da TV e vídeo na educação mais uma vez compreendemos que ambos devem se constituir em fundamento para educação, que nunca sejam vistos como mais um recurso lúdico, apenas.

Escrito por Cidicléia às 03h49
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